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Pressionada e em crise política, Marildes tem semana decisiva para rebater denúncias

Secretária tem acumulado desgastes em várias frentes e de relacionamento nos últimos tempos

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Secretária contesta informação oficializada por Secretaria de Saúde de Mato Grosso, que recentemente apontou Rondonópolis com grande incidência de casos de microcefalia. FOTO - Matusalém Teixeira

A secretária de Saúde de Rondonópolis estará em Cuiabá nesta segunda-feira (30), na Associação Mato-grossense dos Municípios, para dar uma coletiva de imprensa e explicar a situação dos casos de microcefalia que teriam sido registrados em Rondonópolis.Na semana passada, a Secretaria de Estado de Saúde divulgou que de 58 casos registrados no Estado, 46 seriam da maior cidade da região sul. O município contesta essa informação. Esta será só a primeira das muitas fogueiras que a secretária terá de apagar na semana.
Marildes, que visivelmente ensaia uma candidatura política a vereadora, em 2016, tenta driblar também uma grave crise nos bastidores que a pressiona e que envolve a retenção de cerca de R$ 1,2 milhão que, segundo a direção da Santa Casa de Misericórdia de Rondonópolis, teriam sido retidos pelo Município, sendo que mais de R$ 700 mil deste montante seria repasse do Governo Federal, ou seja, a Prefeitura seria apenas uma intermediária. O restante, é dinheiro acordado entre a unidade e o Executivo local, que também está em atraso.
Para rebater as acusações a secretária argumentou que o débito, que em sua versão é de pouco menos de R$ 1 milhão, só ainda não foi feito porque a Santa Casa excedeu os serviços em mais de R$ 1,9 milhão, que é o teto máximo repassado pela União ao Município. No entanto, ressaltou que já executou o repasse de mais de R$ 26 milhões, que vieram da União e Estado ao Município para chegarem até os cofres da unidade. Independente de quem esteja com a razão, a secretária definitivamente tem acumulado polêmicas de relacionamento frente a pasta que podem lhe custar caro.

Farra dos médicos?

A secretária ainda terá outro problema “cabeludo” para resolver junto a Câmara Municipal de Vereadores, que a convocou oficialmente para esclarecer as denúncias chegadas à Casa, por meio da promotora de justiça Joana Maria Bortoni Ninis, de que médicos estariam recebendo seus salários de maneira integral e não cumprindo suas cargas horárias frente aos locais onde estão lotados. O déficit de trabalho, estaria gerando um caos pelo acúmulo do atendimento, sobretudo em unidades de Atenção Básica, a chamada “ponta”, onde são realizados o primeiro acolhimento dos usuários do SUS

Da Redação com informações MT Mais

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