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Medeiros causa polêmica com Jean Wyllys no twitter

Fonte: Da Redação NMT
Foto: Jefferson Rudy.

Após o deputado federal reeleito pelo Rio de Janeiro, Jean Wyllys (PSOL), anunciar renúncia ao seu terceiro mandato, a poucos dias de tomar posse na Câmara, por preservação da sua integridade física, que segundo ele estaria sendo ameaçada, o senador de Mato Grosso, José Medeiros (Pode/MT), eleito pro mesmo parlamento que Wyllys agora abandona, usou as redes sociais para dar uma esculachada no adversário ideológico. O policial rodoviário federal indicou que Jean sai, na verdade, por um ambiente desfavorável a si diante da eleição de Jair Bolsonaro (PSL) e do aumento da força política da chamada “direita” no Congresso Nacional.

Em sua conta no twitter, já famosa entre os jornalistas e os internautas pelo conteúdo ácido que produz, o parlamentar mato-grossense disparou contra o baiano que representa o Rio de Janeiro, relembrando seu histórico cheio de polêmicas. “Cuspiu no presidente (Bolsonaro, ainda enquanto deputado federal), arrotou bravura, gritou resistência e vazou. “Brasil quem ama fica, quem ama cuida””, cutucou. Medeiros ainda acrescentou que “está muito feliz que uma pessoa que não aprecia a democracia tenha tomada essa decisão ( ir embora do país)”, enfatizando a intolerância de Jean para conviver com quem pensa diferente de si.

Em outro trecho, mais polêmico, o senador usou o termo “suaçú“, originado do Tupi-guarani para se referir a Jibóia ou veado/cervo, e alfinetou Jean, homossexual assumido e ativista LGBT, opinando que sua ida, segundo especula-se para a Europa, seria por ver a dificuldade do cenário político dos próximos anos para suas pautas. Medeiros relembrou ataques contra membros da direita para deixar claro que não é só Jean o único alvo de extremistas no país.

“A deputada Marta Rocha teve o carro baleado, Bolsonaro foi esfaqueado, aí vem esse suaçú com essa conversinha de malandro. O caso é que percebeu que o mar não estava p peixe (sic)”. Segundo uma entrevista dada por Wyllys para a Folha de São Paulo, porém, um dos motivos para sua decisão foi um conselho do ex-presidente José Mujica, do Uruguai, que o alertou que “mártires não são heróis”. Uma frase até confusa, já que muitos que morreram por uma causa tornaram-se sim heróis eternos. No entanto, os dizeres foram suficientes para o deputado bater asas, reiterando que será mais útil para a esquerda vivo que morto.

1 COMENTÁRIO

  1. Nesse caso não se aplica a máxima: “MAIS VALE UM COVARDE VIVO DO QUE UM HERÓI MORTO”. No caso em tela o “fujão” não é herói algum. É simplesmente um eleito com uma mixaria de votos que, se não fosse essa legislação eleitoral esdrúxula, estaria hoje repousando na vala comum dos derrotados. O cara foi eleito deputado federal pelo RJ com apenas 24.295 votos, quando obteve mais de 144.000 votos em 2014. Faltou pouco para a vassoura da faxina atingir esse “chiliquento”.

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