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Mais um filho de Vila Operária, Roni é cortejado a vice em 2020

Fonte: Da Redação
Novas lideranças de Rondonópolis, Roni Magnani, em primeiro plano, e Thiago Silva, em pé ao fundo. Foto - Arquivo/ATribunaMT

Não por acaso, Rondonópolis teve nos últimos quatro anos dois dos oito deputados federais de Mato Grosso, dois dos três senadores que representam o estado em Brasília e só não tinha os três porque o terceiro, que também tem domicílio eleitoral na cidade, virou ministro da Agricultura e Pecuária, caso específico de Blairo Maggi (PP). Para quem consegue a intensidade das movimentações políticas dos bairros rondonopolitanos, fica fácil entender toda essa força. E se Rondonópolis representa tudo isso para Mato Grosso, a Vila Operária tem simbologia igualmente proporcional de importância para a mesma Rondonópolis.

O bairro mais populoso da cidade, onde moram mais de 60 mil pessoas, é o principal núcleo de revelações de novas lideranças políticas. No último pleito eleitoral municipal, por exemplo, os dois mais votados para a Câmara Municipal de Vereadores são jovens que confirmaram a região como aquela que dá o norte dos rumos representativos do município. Thiago Silva (MDB) foi reeleito com 3.264 votos e se tornou o campeão das urnas daquele ano. O medebista iniciou sua trajetória nas ruas de Vila Operária ao lado do pai e também de Carlos Bezerra (MDB), atual deputado federal e seu padrinho político.

A crescente de Thiago foi tanta que nas eleições de 2018, também conhecido como ano passado, o parlamentar conseguiu evoluir de liderança municipal para estadual, ao alcançar pra si uma das 24 cadeiras da Assembleia Legislativa de Mato Grosso – ALMT, posto que assume definitivamente nos próximos dias. Voltando a 2016, quem mais conseguiu chegar perto de Thiago naquela oportunidade foi outro vereador com carreira igualmente promissora. Trata-se de Roni Magnani (PP), que muitos apostam que crescerá tanto ou mais que Thiago, já que agrega habilidades de atuação nos bastidores maiores que do medebista. Roni, inclusive, exerce uma influência muito grande sobre os outros 20 parlamentares municipais e também por isso é cotado para voos mais altos já nas eleições 2020.

Zé do Pátio (SD), atual prefeito e provável candidato a reeleição daqui dois anos, quer Roni, que já até trabalhou consigo em sua extensa carreira política, como companheiro de chapa. O grande problema dessa possibilidade é que Magnani teria que sair do seu atual partido, já que dentro da agremiação o atual vice-prefeito, Ubaldo Barros (PP), quer disputar a chefia do Executivo agora como cabeça de chapa. Ele também faz questão de Roni ao seu lado, o que configuraria uma chapa pura progressista. A composição, porém, é pouco provável porque, além de partidária, a redundância política da dupla também se daria por questão geográfica, já que Ubaldo tem até empresa e na região da Vila Operária.

Outro provável candidato para a maior cadeira da política local é exatamente o ex-prefeito Adílton Sachetti (PRB), mais um a se agradar com a possibilidade de ter o segundo vereador mais votado em 2016 como seu vice, sobretudo por entender que ambos se completam. O herdeiro da vaga de Thiago no legislativo, Reginaldo Santos (PPS), além do ex-prefeito, Ananias Martins (PPS), são duas outras lideranças de Rondonópolis, não tão recentes como Roni e Silva, que certamente se tornarão grandes entusiastas da subida de Magnani à majoritária. Isto porque, tal situação significaria mais liberação de espaço para a busca da vereança em Vila Operária, que já não terá o medebista que virou deputado estadual para votar. Neste contexto, Roni ganharia ainda mais força nas articulações de apoio partidário para seu grupo, em uma eventual consolidação da tentativa de promoção para o prédio azul da Vila Aurora.

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