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Fávaro e Barbudo vão se destruindo moralmente por possível eleição ao Senado

Fonte: Da Redação NMT
Enquanto Barbudo não perde uma possibilidade para se apresentar como pré-candidato, Fávaro segue despejando recursos volumosos para tentar conseguir uma cadeira no Congresso. Foto - Montagem NMT

A obsessão que tornou-se assumir uma vaga no Senado Federal para Carlos Fávaro (PSD) é uma das situações mais inconfortáveis da política mato-grossense. O social-democrata já vem nos bastidores pondo na parede alguns “aliados” que ele conseguiu captar no ano passado, fazendo-os confirmar repetição do apoio em uma eventual disputa futura com a cassação definitiva de Selma Arruda (PSL). No campo do mundo jurídico, a solução encontrada por Fávaro foi a mesma que ele definiu para tentar virar político: despejar dinheiro. O líder do PSD do ex-prefeito Geraldo Kassab (PDB), em Mato Grosso, contratou simplesmente um dos advogados mais caros do país para tentar acelerar a queda de Selma e ainda criar um malabarismo na legislação para ficar com a vaga dela até o novo pleito e só não aventou a possibilidade de ficar definitivamente porque seria ridículo.

José Eduardo Cardozo, ex-ministro da Justiça e ex-advogado-geral da União, tem a tarefa difícil de convencer a Justiça Eleitoral de que o dono da cadeira tem que ser Fávaro, o que não tem chances jurídicas alguma de ocorrer, segundo todos os analistas de crimes eleitorais que já se pronunciaram sobre o caso. O dinheiro, como já foi dito, foi a arma que o candidato, até então inexpressivo no cenário mato-grossense, embora tenha ocupado o cargo de vice-governador, usou para tornar-se minimamente relevante e até que conseguiu. Agora, não só na robustez de investimento no mundo jurídico, mas até mesmo para outra eventual eleição a esperança do atual representante do Governo de Mato Grosso em Brasília é convencer o megaempresário, Eraí Maggi, da possibilidade de ser seu suplente e então natural sucessor da cadeira em eventual ausência sua, para que mais um caminhão de notas azuis venham a lhe dar talvez uma melhor sorte.

Quem, por outras vias, também já vem contando Selma como morta no processo é o atual deputado federal, Nelson Barbudo (PSL). Após ter dito, ainda em 2018, que seria candidato com a cassação da correligionária, o ex-vereador de Alto Taquari e mais votado no estado ano passado para a Câmara, tentou refazer o discurso e diz agora que é “leal a Selma, que não vai enterrar defunto vivo, que acredita na sua inocência, MAS… que é um homem de 60 anos e bem forte para ter disposição de encarar qualquer desafio e que a vaga do PSL está garantida a si”. O que Barbudo não percebe é que seu simples pronunciar sobre o fato já mostra oportunismo. Ele seria aquele cara que diz ao amigo: “jamais me deitaria com sua esposa, mas se você se separasse dela um dia, quem sabe…”, ou seja, faz questão de deixa evidente um intrínseco desejo.

Enquanto nos tribunais e no mundo político Selma segue sendo mordida por inimigos e amigos da onça, alguns institutos de pesquisa já começam a publicar pesquisas sobre os favoritos. A verdade é que Mato Grosso, em breve, pode ter uma de suas eleições mais emocionantes de todos os tempos. Quem está com mandato e com cargo eletivo no legislativo, não tem o que perder, já quem está fora de tudo menos ainda, principalmente quando o que está em jogo é o cobiçado Senado Federal e seus tantos anos requintados de mandato. O que fica claro, porém, nas articulações de bastidores, é que muitas lições que as urnas deram em 2018 já foram totalmente esquecidas por muitos que novamente e planejam nos mesmos métodos predadores e infalíveis de outros tempos e que deixou tanta gente grande pelo caminho há menos de um ano…

1 COMENTÁRIO

  1. Esse “CARDOZÃO” aí é o mesmo pulha que suou mais que tampa de chaleira na defesa do DILMÃO no caso “empeachment”. Esse cara é um PETRALHA zerão! Embora sejam casos distintos, há que ressaltar que o cara veio “arrotar” legalidade em Mato Grosso na defesa dos interesses do Fávaro, mas se esqueceu que a sua “pupila Dilma, teve, segundo Palocci, um caixa 2 de R$ 1.400.000.000,00 nas duas campanhas presidenciais. Assim sendo podemos dizer que a senadora Selma mesmo que tenha lançado mão de caixa 2 na pré campanha, algo aproximado de R$ 1.200.000,00 podemos dizer que a isso pode-se entender como “bagatela”. Quanto ao Fávaro, pelo que disse em entrevista na TV Record a próxima eleição para senado, para a vaga de Selma, será apenas para confirmar sua vitória. Se depender do meu voto e de muita gente que conheço, esse boçal será novamente DERROTADO. Até já tem um slogan para a próxima eleição: “ÀS FAVAS COM O FÁVARO”.

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