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De “Moro de Saias” a discípula de Lula, o triste fim de Selma


| Fonte: Da Redação NMT
A ex-magistrada tenta criar pressão política para salvar seu mandato de senadora. Foto - Reprodução/Facebook

A iminente cassação da atual senadora da República por Mato Grosso, Selma Arruda (PODE), está revelando uma face muito estranha daquela que por décadas dedicou sua vida a magistratura. Após ser condenada no Tribunal Regional Eleitoral – TRE por abuso do Poder Econômico e Caixa II na sua campanha vitoriosa, em 2018, a parlamentar recorreu e vê seu caso com poucas condições de reversão no Tribunal Superior Eleitoral – TSE, em Brasília.

Com pouca saída frente a natural decisão dos ministros, que ocorre nesta terça-feira (3), Arruda surpreendentemente decidiu politizar seu processo, a exemplo do que faz o ex-presidente Lula (PT), e nos últimos dias têm exposto manifestações de aliados dentro do Congresso Nacional, chamando de injustiça o que ocorre com ela. A intenção, obviamente, é criar um mobilização popular em sua defesa e acuar aqueles que decidirão sobre seu futuro. Aparentemente, no entanto, a proposta não tem conquistado o coração dos internautas e nenhum movimento relevante foi criado.

Selma teve sim muitos méritos na robusta vitória que conquistou nas urnas. Ela foi a segunda mulher da história do estado a chegar ao cobiçado Senado Federal e seu enredo marcante de prender figurões que roubaram Mato Grosso nos últimos anos impulsionou seu nome. No entanto, é muito justo também lembrar que a condição de ser, na época, do partido do atual presidente da República, Jair Bolsonaro (SEM PARTIDO), certamente foi ingrediente mais do que fundamental. O afastamento do atual mandatário do país, após eleita, não soou bem aos ouvidos daqueles que confiaram voto a si em virtude de vídeos onde o próprio Bolsonaro pedia isso.

Por fim, ver uma ex-juíza, que recém-deixou a toga, comparada a Sérgio Moro, efetuando pagamentos sem que os mesmos fossem declarados é sim algo sério, por mais que Selma e seus poucos defensores tentem minimizar com o discurso de que “todos fazem isso”. Mesmo que fosse uma prática corriqueira, existe uma situação necessária dentro do ordenamento jurídico que é o elemento “prova”. No caso de Arruda, ela existe e sendo assim não se alcança a inocência contemporizando o crime ou acusando adversários. O que Selma faz diante dos olhos do público, embora é possível entender seu desespero, é expor o Judiciário. O que fica é o entendimento que a senadora acredita piamente que uma pressão externa tem força para fazer um magistrado alterar seu voto, ignorando o mérito.

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