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Empresário que boicota Globo não contribui com o Brasil


| Fonte: Da Redação NMT
Postura raivosa de homens de negócio relevantes, feito Luciano Hang, constrange trabalhadores, clientes e impulsiona instabilidade política e econômica do país. Foto - Alan Santos/PR

O empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, e o proprietário da rede de Hipermercados Condor, Joanir Zonta, que possui mais de 50 unidades no sul do Brasil, anunciaram, nos últimos dias, boicote absoluto à Rede Globo. Ambos confirmaram que não mais investirão os altos valores de publicidade que destinavam à emissora carioca, enquanto ela seguir, conforme julgam, a linha tendenciosa e sensacionalista que vem executando contra o Governo de Jair Bolsonaro (PSL). Outros empreendedores menores estão acompanhando a tendência.

O Brasil é um país capitalista, democrático e portanto cada um faz o que quiser com seu dinheiro, desde que licitamente. Mas a postura demagoga de empresários tão relevantes, que possuem tantos subordinados abaixo de si, não contribui nem nada com a nação. Zonta e Hang atuam na contramão da paz social que tanto anda fazendo falta, ao incitarem ainda mais a guerra entre direita e esquerda. Eles constrangem as pessoas que trabalham para si e até as que consomem seus produtos, demonstrando um egoísmo muito distante do patriotismo que tentam se autoatribuir.

Nos Estados Unidos e na Europa, é comum que a população sinta orgulho das empresas do país que se destacam mundialmente e a Globo é um dos maiores grupos de comunicação do mundo. Desgastar a imagem desta empresa e atuar para seu declínio financeiro, como também faz o presidente Bolsonaro, é uma tática suicida contra a própria economia brasileira. Nesta semana, a emissora anunciou a demissão de 100 funcionários e muita gente vibrou, exatamente em um momento onde se busca diminuir a fila de desemprego de mais de 13 milhões de pessoas.

Os tantos que não entram nas trincheiras da esquerda raivosa ou da direita fanática, assistem tudo pasmos em ver membros de uma mesma casa em uma briga insana que quebra móveis, destrói paredes e causa prejuízos que até quem não quer entrar na confusão e se opõe a ela será obrigado a pagar. É estranho ver os aliados de Bolsonaro, que sempre criticaram aqueles que ideologicamente demonizam quem mais paga imposto no país, ou seja, os empresários, torcendo tanto pela falência de uma potência empresarial feito a Globo. A rede de televisão não deve se comportar como uma estatal do Governo só por possuir uma concessão pública, ao que contrário do que muitos pensam.

Aqueles que quem ainda carregam consigo a decência e a priorização real do bem do país em seus pensamentos, adorariam sugerir para bolsonaristas e lulistas: “seria demais pedir pra vocês irem brigar “fora de casa”, se matar se quiserem, mas deixar a economia do país em paz?”.

 

 

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