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Porteiro que depôs não é o mesmo da gravação


| Fonte: Da Redação NMT
Moradores de condomínio onde se passou o provável planejamento do assassinato de Marielle, Carlos e Jair Bolsonaro têm vivido o dilema de tentar se desvencilhar do caso. Foto - Reprodução

Segundo divulgação do colunista Lauro Jardim, do O Globo, neste início de semana, informações vindas de dentro da Polícia Civil do Rio de Janeiro, que investiga a morte da vereadora, Marielle Franco, dão conta de que o porteiro que depôs dizendo que autorizou a entrada do suspeito de participar do assassinato no condomínio só após ter autorização do “Sr. Jair” da casa 58, ou seja, do atual presidente Jair Bolsonaro (PSL), não é o mesmo homem que aparece em gravação divulgada pelo filho do mandatário do país, o vereador Carlos Bolsonaro. No áudio, não aparece o tal diálogo com o então deputado e que meses depois viraria o chefe da República, conforme relatou o porteiro no seu relato, mas uma ligação direta para a residência de outro investigado do crime que também mora no local e liberou o “visitante”, no fatídico dia do atentado. Diante do exposto, só há dois caminhos: ou o porteiro depoente mente, aí é preciso saber o porquê, ou os áudios apresentados por Carlos são forjados. Que venham os próximos capítulos…

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