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Aplicativo de transporte que permite ao usuário sugerir preço da corrida pode chegar a Rondonópolis


O aplicativo tem como diferencial a permissão dada a passageiros e motoristas para definirem os termos da viagem que será feita, incluindo o custo, sem nenhum intermediário.

| Fonte: Gabriel Fagundes
Divulgação

Em breve, os rondonopolitanos poderão ter à sua disposição um novo aplicativo de transporte. Prestes há completar um ano, o inDriver já está em 24 cidades e pretende ampliar sua abrangência pelo Brasil, em cidades com o perfil do nosso município.

Em Rondonópolis, seria mais uma alternativa de transporte de baixo custo, visto que o transporte público se mostra precário e deficitário.

O aplicativo tem como diferencial a permissão dada a passageiros e motoristas para definirem os termos da viagem que será feita, incluindo o custo, sem nenhum intermediário.

De acordo com informações, no inDriver o motorista faz até sua própria conta de quanto tempo levará até o local de partida do passageiro e o informa.

Mas isso, é claro, pode nem sempre ser real. No entanto, segundo a empresa, quando a viagem é encerrada, o passageiro pode avaliar o motorista, como de costume, com alguns comentários.

Em recente entrevista, a gerente da marketing da empresa, Anastácia Vilas Boas, explicou que o próprio passageiro determina as condições para a viagem.

“Ele pode oferecer seu próprio preço e escolher o motorista com base em sua classificação, horário de chegada e modelo do carro. Por sua vez, os motoristas também têm a liberdade de escolher solicitações de viagem convenientes para eles, uma vez que podem ver informações completas sobre a solicitação, incluindo o destino e o preço total da tarifa. Além disso, eles podem enviar suas contraofertas aos passageiros. Como resultado, permitimos que passageiros e motoristas economizem quantias substanciais”, explica.

O inDriver conta com 32 milhões de usuários no mundo, mas não informa quantos motoristas, por questões estratégicas de competitividade.

Para estar apto ao volante, é preciso comprovar a identidade com registros pessoal e do automóvel, ter um modelo de carro a partir de 2011, mostrar permissão de transporte de passageiros e ficha criminal limpa. Além disso, outros requisitos podem existir dependendo das leis de cada região.

O motorista não paga nenhuma taxa pelos seis meses iniciais de operação, recebendo os valores totais das corridas. A partir deste prazo, a taxa depende de cada cidade, mas não é superior a 10%.

 

 

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