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A um ano da eleição, aliados de Pátio já iniciam baixaria


| Fonte: Da Redação NMT
Prefeito já tem liberados seus criadores de confusão para atacar adversários. Foto - Reprodução

O Brasil e o mundo mudou, as redes sociais invadiram a vida das pessoas, o debate sobre o meio ambiente se aflora, a tecnologia cada dia mais ganha espaço, criando uma incógnita sobre o futuro de muitas profissões tradicionais, mas se tem uma coisa que não muda é a baixaria dos aliados do prefeito de Rondonópolis, Zé do Pátio (SD), sobretudo quando períodos eleitorais vão se aproximando.

A maioria destas pessoas ligadas ao prefeito age de maneira proposital quando poluem o ambiente do debate político local com mentiras e distorções da realidade, ou mesmo oportunismo. A intenção, claramente, é demonizar possíveis adversários do projeto de reeleição de Pátio, como já estão fazendo com o deputado estadual, Thiago Silva (MDB), com o federal, José Medeiros (Pode) e com o ex-prefeito, Adilton Sachetti (PRB).

A insanidade é tanta que, de fato, não vale a pena da parte de nenhum destes citados ou de qualquer outro atingido, fazer qualquer tipo de contraposição. Mesmo porque, caso fizessem, a população acabaria por ver seus principais atores políticos digladiando feito homens da caverna ou como meninos de rua, porque é exatamente para este nível que este pessoal “patiano” tenta trazer as coisas.

Boa parte destes aliados, obviamente, possuem cargos de destaque no Município somente porque Pátio é prefeito. Todos eles sabem que não reúnem qualificação profissional para a posição que ocupam e que a sobrevivência política do seu líder na cadeira de prefeito é o único caminho que vai permitir o seguimento dos seus contracheques. Nesta semana, um destes tentou tirar proveito político, via redes sociais, expondo, desrespeitosamente, a dor vivida por uma família que perdeu uma criança em acidente, onde a esposa de Sachetti se envolveu.

Essa pauta, como qualquer pessoa concordaria, não faz parte do contexto político, trata-se de esfera pessoal e o seguimento do processo judicial é que vai definir quem teve mais culpa – a condutora da camionete em eventual infração de trânsito e omissão de socorro, ou o pai que imprudentemente carregava seu filho de três anos sem capacete junto ainda a uma outra pessoa numa motocicleta.

Voltando ao que faz parte do debate político, o que precisa estar em jogo é quem tem mais condições técnicas de tornar Rondonópolis uma cidade melhor nos próximos anos, tanto em termos administrativos como políticos. O que é preciso saber, é quem conseguirá construir mais caminhos benéficos para a cidade com os Governos do Estado e Federal, além análise geral de quem tem mais a oferecer.

Mas os aliados de Pátio não querem que a discussão assuma este viés, a estratégia é pessoalizar o cenário para que o prefeito surja, se vitimize, minta e chore, em busca dos corações gelatinosos, como sempre fez. Acontece que Rondonópolis não é um palco e a vida das pessoas não é peça de teatro. Se uma campanha eleitoral é montada em cima de uma plataforma pequena, qual a chance do governo em questão ser grande?

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