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Por fora #EstamosComSelma, por dentro #VemLogoEleição


| Fonte: Da Redação NMT
Barbudo tem segurado a boca, mas nos bastidores fala continuamente de uma possível candidatura ao Senado para ficar com vaga de Selma. Foto - Reprodução/Assessoria

A obsessão do atual deputado federal por Mato Grosso, Nelson Barbudo (PSL), por uma vaga no Senado Federal, no caso a que eventualmente possa ser aberta com a cassação da correligionária, Selma Arruda (PSL), tem feito o parlamentar agir bem pior do que o familiar que discute sobre herança no velório. O mais votado de 2018 no estado para a Câmara Federal, entendeu que é preciso parar de falar publicamente sobre sua natural candidatura em um pleito extemporâneo, até por respeito a quem hoje ainda está na cadeira, mas não economiza nas avaliações quanto a real possibilidade nas contantes conversas que realiza para tratar do assunto a portas fechadas.

Segundo uma fonte ouvida pela reportagem do NMT, Barbudo tem falado, inclusive, que quanto mais cedo ocorresse uma eventual disputa maior seriam suas chances de manter a vaga com o PSL. Ou seja, o deputado tem duvidas sobre o mantimento da popularidade do atual presidente, Jair Bolsonaro (PSL), caso a atual Presidência da República não venha a oferecer soluções práticas, sobretudo para o setor da economia e geração de empregos em um curto espaço de tempo. Um desencantamento de parte considerável da sociedade com Bolsonaro, que é certamente a maior, ou única, força política que carrega Barbudo para uma viabilidade de candidatura majoritária, pode refletir em um decréscimo natural de popularidade também do atual presidente do PSL em Mato Grosso, visto que todas suas ações são vinculadas.

A esperança de Barbudo e seus aliados é para que, caso se confirme no Tribunal Superior Eleitoral – TSE a condenação de Selma por abuso de poder econômico, um novo pleito seja não só o mais rápido possível, mas conte com a atividade de Bolsonaro na linha de frente de campanha. O deputado mato-grossense espera ter o presidente abandonando sua agenda presidencial para viajar ao estado e ir para às ruas consigo pedir voto. O homem que hoje governa o país, porém, tem pisado em ovos neste tipo de situação. Recentemente, segundo publicação da Revista Crusoé, Bolsonaro negou o pedido do presidente nacional do PSL, Luciano Bivar, para que gravasse um vídeo chamando brasileiros para se filiar ao partido. De acordo com a justificativa do presidente, a situação poderia causar “ciumeira” de outros partidos e agora ele depende de manter bons relacionamentos para aprovar os projetos que precisa no Congresso Nacional.

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