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Discurso do lançamento do livro “Whats com Raul Seixas e outros papos”


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Discurso do lançamento do “Whats com Raul Seixas e outros papos” – 16.08.19

 

Boa noite a todos! Sejam bem-vindos!

 

Agradeço a Deus, minha mãe, minha esposa, meus filhos e netos, amigos, convidados e parceiros, que ajudaram a construir este livro.

 

“Whats com Raul Seixas e outros papos” nasceu da crônica “DDI com Raul Seixas”, que era uma brincadeira, apenas um ópio do bem quando o fiz.

Depois cresceu, foi lançado no famoso Tonico’s Boteco pela Editora Komedi de Campinas e também foi chamada de capa e teve uma boa matéria no jornal Correio Popular, também de Campinas, São Paulo.

A vontade de reescrever e acrescentar mais coisas ao livro vinha martelando a minha cabeça, e quando vi que o livreto “DDI com Raul Seixas” estava sendo vendido por até R$ 247,00 no Mercado Livre, deu outro tóóóiiimmmmm na minha cachola e comecei o trabalho.

Mas, quero neste momento, falar de como surgiu essa capa do livro.

Num belo dia o meu amigo Francisco de Lagos, que era o secretário de cultura de Campinas, me pediu para arrumar uma ilustração para o projeto da Festa Junina, e eu fui atrás do famoso Professor Paulo Branco. Chegando a ele passei o brieffing que era fazer uma caricatura do mais ilustre campineiro: Antonio Carlos Gomes, Nhô Tonico, como era conhecido popularmente, autor de “O Guarani”,  que já se apresentou no Teatro Scala de Milão, Itália.

Bem, dias depois fui pegar a ilustração, aprovei, paguei e perguntei ao Professor Paulo Branco, se não poderia ilustrar o “DDI com Raul Seixas”. E num dia desses fui recebido no ateliê do artista e numa sala ele me mostrou as ilustrações em tamanho A4. Fiquei apaixonado e ali decidi qual delas seria a capa do livro. Depois ele me levou noutra sala maior e mostrou as obras emolduradas, expostas na parede. Eram todas as ilustrações, em telas, no tamanho 50 por 30 centímetros. Perguntei se as venderia e ele me respondeu: “São presentes para você”. Sorri, chorei e agradeci. Pedi ajuda ao meu eterno amigo Daniel Monteiro para transportar até o carro, e saímos como se voássemos em céu de brigadeiro para a agência fotográfica para a produção das imagens.

Minha filha mais nova, sabiamente recolheu para si as obras, sabendo que poderiam ser consumidas não pelo tempo, mas por contrariedade, uma vez que meus familiares mais próximos não comungam do mesmo gosto cultural que o meu. Elas estão em Louisville, no Kentucky (Kentáqui), dando alegria aos meus dois netos americanos, acho eu.

Então, muito obrigado a todos que se tornaram testemunhas deste lançamento.

Que tenham uma boa degustação gastronômica e musical.

Tenho dito!

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