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Na beira do abismo, prefeita de MT apela para advogado “medalhão”


| Fonte: Da Redação NMT
Mulher de Jayme Campos precisa virar o jogo no TSE e provar que dinheiro não lhe ajudou na reeleição em Várzea Grande, em 2016. Foto - Arquivo RdNews/GilbertoLeite

A prefeita de Várzea Grande, Lucimar Campos (DEM), condenada em primeira instância por abuso de poder econômico nas eleições que a conduziram à reeleição, em 2016 – quando alcançou mais de 76% dos votos – só se mantem no cargo até o fim caso consiga reverter o mérito do processo que responde no Tribunal Superior Eleitoral – TSE, em Brasília. Para tanto, a mulher do atual senador, Jayme Campos (DEM), abriu os cofres e contratou José Eduardo Alckmin, primo do ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e nome de peso na advocacia nacional, além de já ter sido ministro do próprio TSE.

Alckmin é conhecido por não economizar na cobrança dos honorários. Amigo pessoal do advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o “Kakay”, pessoa da mais alta confiança de José Dirceu (PT), Alckmin ganhou em uma só causa, defendendo a Caixa Econômica Federal – CEF, exatos R$ 32 milhões, em 2003. Ele dividiu a bolada com Kakay, que intermediou a questão para que o amigo pegasse uma causa que se arrastava por décadas, mas que no começo do era petista de Governo Federal solucionou-se em poucos meses.

Como “dinheiro nunca foi problema” para a família Campos, Alckmin poderá trabalhar com tranquilidade uma boa e inovadora tese de que “dinheiro não foi a solução”, no pleito de três anos atrás da nova cliente de Mato Grosso…

 

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