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Feliciano ainda não é páreo para bumbum de ouro de MT


| Fonte: Da Redação NMT
Deputado Federal gastou R$157 mil dos cofres públicos para procedimentos dentários e fez rememorar caso emblemático envolvendo mato-grossense. Foto - Reprodução/ArquivosPessoais

Nos últimos dias, causou confusão no meio político nacional um procedimento odontológico do pastor e deputado federal, Marco Feliciano (Pode), que custou aos cofres públicos exatos R$ 157 mil, em uma clínica do interior de Goiás. Feliciano comentou o episódio e disse que trata-se de um tratamento para bruxismo e que “não cometeu nenhuma ilegalidade”.

“É um tratamento caro, mas foi para saúde, e não para estética. Foi para poder trabalhar. Como sou empregado, e onde trabalho há esta alternativa, eu precisava do tratamento (…) Não desejo para ninguém. Sou político e pregador. Minha boca é minha ferramenta”, defendeu-se. No entanto, é só olhar para as constantes transformações de cor e alisamentos do cabelo do pastor para notar que a vaidade o corrói.

Mesmo com um tratamento de bruxismo que daria, segundo vários especialistas, para implantar dentes de ouro em toda boca, ainda não é possível dizer que Feliciano é o rei do gasto público estético. O mato-grossense sabe bem que já teve representante indo muito além do que o pastor foi e se o paulista agora já ganhou apelido de “boca-rica” o estado do Pantanal tem seu “bumbum de ouro”, líder absoluto no que tange ao autocuidado.

No passado, nem tão longínquo assim, quando os gastos públicos não eram tão minuciosamente acompanhados em tempo real nos portais da transparência, um representante de Mato Grosso alegou um gasto incompatível de uma pseudo-cirurgia para se curar do desconforto contínuo com as hemorroidas para então conseguir o ressarcimento dos cofres públicos.

A lenda contada por boa fonte garante, porém, que tudo não passou de uma manobra para a realização de um procedimento de implante, coisa que o caixa forte da Câmara Federal não custeava. Desta forma, para quem pensa que Feliciano é “ninja”, já vai logo mudando o conceito porque trata-se apenas de um “bebê”, engatinhando ainda em meio aos cofres públicos. Ainda há muito o que aprender, pastor…

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