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Percival e Argemiro são acusados, novamente, de direcionamento milionário em licitação


| Fonte: Da Redação NMT
Ex-prefeito e ex-secretário de trânsito de Rondonópolis são acusados de beneficiar empresas em investimentos realizados durante a gestão - Foto - Montagem/NMT - contribuição GD
O pacote de investimentos que ficou conhecido por “modernização dos semáforos”, em Rondonópolis, durante a gestão de Percival Muniz (2013 à 2016), mas que na prática nunca mudou a realidade em sentido evolutivo no centro da cidade, pode ter sido, na verdade, desculpa para um esquema implantado na Prefeitura para beneficiar uma empresa específica no processo licitatório que autorizou a compra.

Dois entre os principais acusados pelo Ministério Público Estadual – MPE de serem os responsáveis pelo direcionamento é o próprio ex-prefeito, Percival Muniz, e o ex-secretário de trânsito, Argemiro Ferreira, que atualmente faz parte da linha de frente do Governo de Zé do Pátio (SD). Uma investigação iniciada ainda em 2016, aponta que a empresa Telvent Brasil foi beneficiada por diversas manobras para vencer o processo licitatório.

Entre as irregularidades apontadas estão especificações no edital, inclusive de última hora, de maneira a ser apenas a Talvent aquela a atender as exigências expostas e automaticamente eliminar a outra concorrente no certame. Também é questionada a licitude de um aditivo de R$ 512.421,12, feito sobre o valor definido em edital para execução do serviço, assim que a referida empresa foi definida. O MPE ainda fala em “orçamentos estimativos inidôneos” e demais obscuridades no processo licitatório.

O MPE requereu à Justiça a nulidade automática do contrato e conjunto do aditivo, além do bloqueio de mais de R$ 3,2 milhões dos envolvidos, entre eles Argemiro e Percival, pelos prejuízos causados aos cofres públicos. Na cidade, sobretudo ao surgimento de qualquer mínimo temporal, a população, de fato, pouco notou diferença na relação antes e pós implantação da “modernização dos semáforos”. A fala quase unânime é que o sistema segue “ruim, dessincronizado e inconstante”, assim como sempre foi.

Argemiro e Percival já respondem outro processo, também referente a direcionamento de licitação, em suposta fraude na licitação da implantação e manutenção dos radares eletrônicos da cidade à empresa Talentech Tecnologia Ltda, que envolve uma cifra bem maior de responsabilização, algo na casa dos R$ 22 milhões. Mais um processo que andar, a dupla já pode pedir música no Fantástico…

 

 

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